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The Limping Mackerel

The Limping Mackerel

30
Dez18

2018 foi ok

Na minha vida, este ano correu. Apesar de não ter feito muita coisa e de não ter progredido nada (puta da cadeira que ainda tenho para fazer, anos gastos neste caralho) em educação (foda-se, com a minha idade ainda estar na fase de educação, vergonha vergonha) senti sempre a chibata mental (pensar mais nos outros, ser mais confiável, mais paciente, mais seguro, sólido, mas sinto-me cada vez mais fraco, fantasma). Consegui estabelecer algumas bases (para quê?), tenho mais auto-controlo, uma melhor alimentação, hábitos mais ativos.

Finalmente sinto-me adulto, mas (ainda, agora e para todo o sempre) me sinto sozinho.

15
Dez18

Frio

Nasci velho. Era um adulto, e tinha que ser sério e responsável. Tinha de pensar em esforços e sacríficios e trabalho e dividias e saúde e morte e desgraça. Tinha que pensar nos outros, sempre nos outros. 

(Pensar em ti? Egoísta, besta egoísta. És uma merda e vais acabar sozinho.)

(Acabar? Porra, nem 10 anos tenho.)

Mas agora tenho de ser criança. Tenho de ir buscar as minhas felizes memórias de infancia e reviver essa altura idilica em que era tão feliz.

(E só queria crescer, ir embora, e nunca mais voltar.)

(Se nunca mais voltar, se nunca mais vos vir, fico bem.)

 

04
Dez18

Aldeia global

Por vezes tenho ideias brilhantes, mas mesmo geniais.

Imediatamente vou ao Google. E verifico que sim, já alguém teve essa ideia, e fez um site.

E há um grupo de Facebook em torno dessa ideia.

E há uma # no Instagram a divulgar essa ideia.

E até há uma app.

Nestas alturas fico contente, porque mesmo que as pessoas com quem falo não me percebam, sei que há quem, algures no mundo, pensa como eu.

03
Dez18

Natal não cheira mal

Natal é família.

É a altura do ano em que pessoas que não falam connosco durante o resto do ano se lembram que existimos. Estou a ser injusto quando penso que só se lembram de nós nessa altura, quando na verdade a "vida adulta" impede encontros entre diferentes famílias (cada qual com o seu ritmo) e o Natal é a única pausa laboral garantida.

É fofinho haver um dia em que tudo para. 

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